As idas e vindas da nova indústria de fertilizantes inaugurada por Lula e Zema

Projeto inicial era bem menor e foi feito por empresa brasileira há 10 anos
Segundo dados oficiais da empresa, toda a produção do local será destinada ao mercado brasileiro, com previsão de fornecer 1 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados por ano para a agricultura brasileira, o equivalente a 15% da produção nacional.
Segundo dados oficiais da empresa, toda a produção do local será destinada ao mercado brasileiro, com previsão de fornecer 1 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados por ano para a agricultura brasileira, o equivalente a 15% da produção nacional.

Inaugurado nesta quarta-feira (13) com a presença de Lula, Zema e vários ministros e secretários de Estado, o Complexo Mineroindustrial da empresa EuroChem, na Serra do Salitre, no triângulo mineiro, percorreu um extenso caminho de compras e vendas até se tornar realidade.

O projeto inicial foi feito pela brasileira Galvani Fertilizantes que, em 2014, apresentava um escopo bem menor do que o complexo inaugurado hoje – originalmente, se tratava de um empreendimento na casa dos R$ 400 milhões.

Desde que foi elaborado, o empreendimento é atendido pela Invest Minas, agência de promoção de investimentos e comércio exterior ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que teve um papel estratégico no avanço do projeto com questões de licenciamento e questões de conexão com fornecedores locais.

Assim que o projeto passou a andar, a norueguesa Yara adquiriu o empreendimento – ainda em construção. Os investimentos avançaram até que em 2021 a Eurochem Tocantins adquiriu de vez tudo, ampliando de forma considerável o espaço.

A Eurochem tem atuado no Brasil desde 2018 e, como primeiro investimento, adquiriu a antiga Fertilizantes Tocantins – por isso o nome do Estado na matriz brasileira.

Segundo dados oficiais da empresa, toda a produção do local será destinada ao mercado brasileiro, com previsão de fornecer 1 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados por ano para a agricultura brasileira, o equivalente a 15% da produção nacional.

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