A gafe de Carlos Viana na comemoração da rejeição a ‘Nelson’ Messias

Senador trocou o nome do jurista rejeitado pelo Senado pelo do ex-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG)
O senador Carlos Viana no plenário do Senado. Foto: Agência Senado

O senador Carlos Viana (PSD-MG) cometeu uma gafe que viralizou entre observadores políticos mineiros ao comentar – e comemorar – a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Viana chamou Jorge Messias de “Nelson” Messias – nome do desembargador e ex-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A grafia do sobrenome do magistrado é Missias, com a letra “i” no lugar do “e”.

“Muita festa aqui no Senado. Pela primeira vez na história recente, essa Casa rejeitou um nome indicado pelo presidente. ‘Nelson’ Messias foi rejeitado (..) é uma forma da gente dizer que o Senado tem que ser altivo, que o Supremo não manda em tudo e a política precisa ser feita com equilíbrio. Está aí, rejeitamos o ‘Nelson’ Messias. O governo sofreu uma grande derrota, devia ter lá o nome de quem votou a favor e quem votou contra”, disse Viana, em vídeo publicado em suas redes sociais nessa quarta-feira (29).

Não foi, de fato, uma semana feliz para a “família Messias”. Na segunda-feira (27), o grupo apoiado pelo desembargador Nelson Messias perdeu a disputa pela presidência do TJMG. O ex-presidente endossava o nome do desembargador Maurício Soares, que acabou obtendo menos votos que o desembargador Vicente Oliveira, eleito chefe do Judiciário mineiro até 2028.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

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