A possível mudança no comando jurídico da Cemig

Advogada Cristiana Fortini pode deixar o cargo em breve
Pelo modelo de Corporate Venture Capital, na proposta do que é estudado hoje, a Cemig obrigatoriamente teria que permanecer tendo a sede em Minas, mantendo o nome e com o Estado continuando tendo participação majoritária.
Outro diretor da companhia já é cotado para a vaga. Foto: Divulgação

A Cemig estuda realizar mudanças pontuais em sua diretoria. Segundo interlocutores, uma alteração possível de ocorrer é a saída da vice-presidente jurídica Cristiana Fortini, no cargo desde 2023. A empresa nega a possibilidade.

Pelo que O Fator apurou, a saída de Fortini pode ocorrer até o início de outubro.

Embora a saída de Fortini não esteja confirmada, já existem movimentos e nomes cotados para a cadeira. O diretor de Relações Institucionais, João Paulo Menna, é um dos nomes citados para o cargo.

A propósito, por coincidência, a advogada Maria Fernanda Pires, ex-sócia de Fortini em um escritório de advocacia, deixou, nesta semana, o cargo de assessora especial da Presidência do BDMG. Apesar da proximidade das situações, a saída de Pires não tem relação com a possível mudança na Cemig.

Procurada, a Cemig informou, em nota, que “não procede a informação sobre eventual saída da vice-presidente Jurídica, Dra. Cristiana Fortini”.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

Lucas Ragazzi é jornalista investigativo com foco em política. Integrou o Núcleo de Jornalismo Investigativo da TV Globo e tem passagem pelo jornal O Tempo, onde cobriu o Congresso Nacional e comandou a coluna Minas na Esplanada, direto de Brasília, e pela Itatiaia. É autor do livro-reportagem “Brumadinho: a engenharia de um crime”.

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