Barragem de Mariana: Vale consegue protelar ainda mais processo em Londres

A juíza ainda vai dar mais detalhes da decisão. Mesmo assim, a data para o julgamento do mérito segue 7 de outubro de 2024
Bento Rodrigues, distrito de Mariana, foi um dos mais atingidos com a lama de rejeitos da barragem do Fundão
O rompimento da barragem de Fundão, em 2015, deixou 19 mortos e dano ambiental ainda incalculável. Foto: Agência Brasil

A Vale conseguiu protelar, ainda mais, o julgamento de reparação pelos danos causados pelo Rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, no processo que acontece em Londres.

Nesta quarta-feira, primeiro dia de audiência das ações coletivas, a juíza responsável pelo caso acatou o pedido da mineradora para estender por mais três semanas o julgamento.

Entre as alegações, a Vale afirmou que é necessário mais tempo para ouvir testemunhas e especialistas que vão se manifestar sobre a tragédia.

A juíza ainda vai dar mais detalhes da decisão. Mesmo assim, a data para o julgamento do mérito segue 7 de outubro de 2024. Nesta quinta-feira, outra audiência sobre o caso acontece em Londres.

O processo é movido por 700 mil atingidos que pedem indenização R$ 230 bilhões das mineradoras Vale, BHP Billinton, e Samarco.

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