ALMG: início da tramitação do PL do Ipsemg é adiado mais uma vez

Reunião desta terça-feira (18) da CCJ não aconteceu; sessão pode ocorrer ainda nesta semana
Foto mostra Hospital do Ipsemg, em BH
PL que mexe na estrutura do Ipsemg pauta debates na ALMG neste mês. Foto: TV ALMG/Reprodução

O pontapé inicial da tramitação, na Assembleia Legislativa, do projeto de lei que aumenta o piso e o teto das contribuições ao Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), foi adiado pela segunda semana seguida. O texto estava na pauta de uma reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta terça-feira (18), mas a sessão sequer foi iniciada.

O presidente do colegiado, Arnaldo Silva (União Brasil), não compareceu. O vice, Bruno Engler (PL), também não. A função de comandar os trabalhos, então, ficou para Doutor Jean Freire (PT), o mais velho entre os participantes da comissão. O petista, entretanto, optou por não fazer a reunião da CCJ nesta terça.

Freire compõe o bloco de oposição ao governador Romeu Zema (Novo). Os oposicionistas têm criticado as mudanças propostas pelo PL do Ipsemg e tentam postergar a análise do projeto. Dos sete integrantes da CCJ, cinco pertencem a uma das duas coalizões parlamentares pró-governo. Por isso, a oposição tenta métodos de obstrução.

Segundo apurou O Fator, uma nova reunião da CCJ foi marcada para esta quarta-feira (19), com o objetivo de tratar do projeto do Ipsemg. O relator do texto é o deputado governista Zé Laviola, do Novo.

Na semana passada, o deputado Sargento Rodrigues, do Partido Liberal (PL), já havia pedido a retirada do projeto da pauta de votações da CCJ.

Depois que a proposta a respeito do Ipsemg passar pela CCJ, será analisada pelos comitês de Administração Pública (APU) e Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO). No plenário, serão dois turnos de votação.

Entenda o projeto

Segundo os termos do projeto, a alíquota de contribuição de 3,2% não será alterada. 

Apesar disso, o piso, fixado em  R$ 33,02, passaria a R$ 60. O valor máximo dos repasses ao instituto previdenciário, por sua vez, iria de R$ 275,15 para R$ 500. 

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

Foi repórter especial do caderno de Política do Estado de Minas. Trabalhou, também, na Rádio Itatiaia. Antes, militou no jornalismo esportivo, no Superesportes.

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