Fé, ciência e cultura: Anglo American promove a proteção de riquezas históricas das comunidades anfitriãs do Minas-Rio

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição
Anglo American investiu R$ 9 milhões na restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Conceição do Mato Dentro. Foto: Anglo American/Divulgação

Em meio às serras e vales que cortam Minas Gerais, a mineração anda lado a lado com a imponência do patrimônio cultural. Por isso, a Anglo American, uma das maiores mineradoras do mundo, também se dedica a preservar o legado histórico e artístico do estado. De 2007 a 2024, a empresa investiu R$ 50 milhões na proteção do arcabouço cultural da região de Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas. O aporte se estende a outras comunidades tradicionais do chamado sistema Minas-Rio.

O apoio à preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural é parte fundamental do Plano de Mineração Sustentável da Anglo American, baseado em princípios de ESG (Ambiental, Social e Governança). Assim, a empresa impulsiona festividades tradicionais, ajuda a manter vivas as memórias das comunidades e dá apoio ao turismo, uma vez que a região do Minas-Rio é famosa por suas igrejas.

Arte sacra, fé e cultura

Parte dos recursos aplicados pela empresa na manutenção do patrimônio cultural serviu para dar fôlego à revitalização da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Conceição do Mato Dentro. A Anglo American investiu R$ 9 milhões na restauração do santuário, tido como expoente do barroco brasileiro.

As obras de revitalização duraram oito anos e foram conduzidas pela empresa, em parceria com a paróquia, o Ministério Público, a comunidade religiosa e órgãos públicos. As equipes especializadas que atuaram na igreja detectaram pinturas originais incluindo imagens de indígenas botocudos, registros históricos e obras de arte sacra antes escondidas sob camadas de tinta.

Perto dali, no distrito de Itapanhoacanga, o apoio foi à restauração da Igreja Matriz de São José, cuja estrutura acompanha os moradores locais há 238 anos. Um investimento de R$ 4 milhões e uma dobradinha com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) garantiram a restauração do forro artístico do templo e dos painéis que retratam passagens da infância de Jesus Cristo e momentos da vida de São José. Os sinos da igreja também receberam atenção especial. Atualmente, outros elementos artísticos do templo, como o retábulo colateral da epístola e o retábulo colateral do evangelho, encontram-se em fase de restauração. Está sendo realizado um trabalho extensivo para recuperar toda a estrutura de sustentação da igreja e os telhados destruídos pela ação do tempo.

A preservação da religiosidade da região do Minas-Rio vai além da restauração das imponentes igrejas. Em outra frente, a Anglo American apoia festejos tradicionais como o Jubileu do Senhor Bom Jesus do Matozinhos, a Festa de Nossa Senhora do Rosário, as marujadas e as folias de reis.

Estação Ciência é parada obrigatória

No itinerário cultural da região, a Estação Ciência é parada obrigatória. O museu, aberto em 2014 e já visitado por mais de 40 mil pessoas, oferece borboletário, viveiro de mudas e um jardim temático. Pelas diferentes galerias, é possível descobrir fatos sobre a Serra do Espinhaço e sobre a fauna e a flora da região.

A Estação Ciência da Anglo American também conta com galpão para oficinas e é palco recorrente de exposições sobre a ocupação da região, desde os povos originários até os dias atuais, fortalecendo o turismo regional e propiciando novas oportunidades para escolas, pesquisadores e comunidade. O índice de satisfação dos visitantes supera os 90%.

Chão de histórias

No mesmo chão que abriga as riquezas minerais de Minas, estão fincadas raízes que explicam a trajetória da humanidade. Por isso, a Anglo American faz manejo criterioso de sítios arqueológicos identificados em suas áreas de atuação. As descobertas identificadas nos espaços gerenciados pela empresa são cuidadas de forma criteriosa, a fim de impedir que nenhuma história seja superada pelo avanço da mineração.

Exemplos da busca pela preservação das raízes são os processos de restauração das ruínas da Real Fábrica de Ferro de Morro do Pilar e a manutenção da tradicional Estátua do Juquinha, ícone da Serra do Cipó. Os trabalhos ainda não foram concluídos, mas são apostas para fomentar o turismo, gerar empregos e impulsionar a economia local.

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Encontro contou com a presença de dirigentes do partido e parlamentares do Congresso